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2013-01-06 - 50 mil novos veículos em um ano

Se fosse para definir o trânsito de Tubarão em uma ou poucas palavras, com certeza a maioria responderia que é caótico, estressante, cheio de 'barbeiros'. A realidade chega bem perto disso na maior parte do ano. Mas a situação não é exclusividade da Cidade Azul. Enquanto maior o município, mais difícil fica o fluxo.

Afinal, quanto mais pessoas, mais veículos são necessários. O problema é quando deixa de ser necessidade para virar luxo. Aí as já entupidas ruas ficam ainda mais lotadas e não há estrutura nem projetos suficientes para suportar tantos carros e motos, principalmente. E tudo fica pior com a falta de educação! Para se ter uma ideia da situação, durante os 12 meses de 2012 foram registrados no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) 50.138 veículos na Região Metropolitana de Tubarão e Orleans (integrante da região de Criciúma). Só na cidade sede, foram 4.264. No total, a frota atual nestes 20 municípios ultrapassa 286 mil. Vários motivos levam a este crescimento. Facilidades para comprar os veículos, conforto exagerado no sentido de que cada membro da família precisa ter um automóvel, transporte coletivo defasado e com tarifas nada acessíveis... "É um conjunto de fatores e precisamos fazer um planejamento para que o trânsito em nossa cidade não fique estrangulado como nos grandes centros. Com o preço que se paga na passagem de ônibus, por exemplo, muita gente paga nas parcelas de uma moto", avalia o novo secretário de segurança e patrimônio da prefeitura de Tubarão, Claudemir da Rosa.

Licitação de concessão do transporte coletivo segue suspensa

Além da construção de mais pontes na área central e talvez transformar algumas vias em mão única, o futuro sistema de transporte coletivo de Tubarão tem uma grande importância na função de planejar melhor o trânsito. O edital de concessão para regularizar a situação segue suspenso. O novo secretário de segurança e patrimônio da prefeitura de Tubarão, Claudemir da Rosa, que assumiu a pasta esta semana, já começou a se familiar com o assunto. "A licitação está com o pessoal do jurídico. O processo precisa ser bem avaliado para que possa ser feito o que for melhor para os munícipes", avalia. A licitação foi suspensa no fim de novembro, bem no dia em que ocorreria a abertura das propostas. A decisão foi tomada para atender a ofícios encaminhados pelos vereadores e pelo Observatório Social. No primeiro, foram requeridas cópias dos documentos para análise, com questionamentos de diversos pontos. Já no segundo, foi apresentado um levantamento de alguns pontos que poderiam causar o desequilíbrio no processo licitatório.

Priscila Loch

Tubarão - Jornal Notisul

Fonte: notisul.com.br

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